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sábado, 12 de novembro de 2011

Utilizando Pincéis!!

Neste dia, as crianças tiveram a oportunidade de utilizar o pincel pela primeira vez. Com essa atividade eles desenvolver a coordenação motora fina além de estimular a criatividade!!! Muitas crianças foram muito bem, outras ainda apresentam dificuldade com relação a coordenação, porém foi muito legal e eles adoraram!!!





domingo, 14 de agosto de 2011

Nosso Dia dos Pais

Meus alunos pintaram um lindo diploma para o melhor pai do mundo.... Fiquei encantada com algumas crianças e com a habilidade que eles têm para pintar! Depois carimbamos o dedinho e colamos a foto de cada criança.... Ficou uma gracinha!!






segunda-feira, 18 de julho de 2011

Desenhando histórias...

Objetivos: Utilizar diferentes técnicas de pintura e criar produções artísticas.


Procedimentos: Dispor uma folha de papel manilha no chão e dizer que iremos desenhar a história de João e Maria. Entregar várias cores de tintas guache e incentivá-las a pintarem as cenas que mais gostaram. Deixar as ilustrações ao alcance dos olhos das crianças para que possam auxialia-los na atividade.








sábado, 16 de julho de 2011

Rasgando e Colando!!! Só Alegria...

Objetivos: Estimular a expressão artística e desenvolver a coordenação motora fina.


Procedimentos: Juntar vários papéis coloridos e deixar a disposição das crianças para que elas possam cortar os papéis com as mãos. Colocar uma cartolina para cada grupo de criança no chão da sala. Elas devem ir cortando e colando na cartolina. Deixar exposto para que todos vejam sua arte!!





domingo, 26 de junho de 2011

Retalhos Divertidos!

Objetivo: Promover a apuração dos sentidos  visão e tato. Oportunizar a experiência de manipular diferentes texturas.


Procedimentos: Colocar vários retalhos de tecidos dentro da caixa tátil para fazer suspense com o conteúdo. Organizar uma roda no chão da sala e disponibiliza-la no centro. Deixar que as crianças vão até a caixa e descubram o segredo. Incentivá-las a jogar o tecido para cima e pegarem novamente, explorando as texturas, cores e tamanhos






Massinha Maluca

Objetivo: Incentivar a percepção tátil e visual, além de favorecer a criatividade.


Procedimentos: Organizar uma roda com as crianças no chão da sala e fazer a massinha juntamente com os alunos. Todo material que for utilizado devemos mostrar para as crianças sentirem e cheirarem. Direcionar como manipular este material criando diferentes objetos.


Alysson fazendo bolinhasss!!!

Pietro ficou encantado com a massinha que ele fez!

sábado, 18 de junho de 2011

Ateliê de Artes

Objetivos 
- Desenvolver a autonomia. 
- Promover o percurso criador em atividades de pintura, desenho, colagem, modelagem. 

Material necessário 
Argila, cola, giz de cera, papéis, potes de tinta, caixas de tamanhos variados, sucatas miúdas para acabamento (botões, barbantes, purpurina etc.). 

Flexibilização 
Os alunos com deficiência motora de qualquer ordem devem ter garantido o acesso aos materiais e ser estimulados a produzir da melhor forma que conseguirem. A ajuda necessária, sempre que possível, deve partir dos colegas, seja para alcançar o pote de tinta, manusear materiais pequenos, ou movimentar pincel e lápis em suas produções. Mais importante que tudo isso, é garantir que todos se sintam autores das próprias obras, o que nem sempre acontece quando a ajuda é muita. Portanto, é fundamental que tanto o professor, quanto as crianças deixem que o aluno com deficiência física faça suas escolhas e, pouco a pouco, aprenda a pedir ajuda apenas para o necessário. 

Desenvolvimento 
Prepare dois ambientes com a seguinte organização: em um deles, disponha sobre uma mesa argila, papéis de tamanhos e espessuras variados. Apresente os materiais para as crianças e deixe que criem desenhos e esculturas, decidindo com o que querem trabalhar e de que maneira vão realizar suas produções. Fique próximo das crianças, orientando quando elas não conseguem utilizar algum dos materiais ou se ameaçam colocar algo na boca, por exemplo. Em outra mesa, disponibilize materiais de acabamento para o trabalho feito no momento anterior. Explique a função dessa etapa: com a colagem de pequenos objetos, como barbante ou purpurina, e pintura de detalhes com cores variadas, podem pensar na finalização das peças. 

Avaliação 
Veja se as crianças ficam um tempo maior entretidas na atividade, planejam o que querem criar e escolhem quais materiais utilizar para conseguir o resultado desejado. Esteja atento às necessidades de todos - se estão satisfeitos com o que estão fazendo ou se precisam de auxílio.

Exploração de texturas e melecas...

Objetivos 
- Explorar texturas de tintas e melecas. 
- Utilizar diferentes instrumentos para pintura. 



Material necessário 
Bacias grandes, utensílios de cozinha como coadores, espátulas, colheres, escumadeiras, pratinhos e vasilhas de diferentes tamanhos. Pincéis, brochinhas, rolinhos de pintor, esponjas e suportes grandes, como papéis, tecidos lisos, plásticos e caixas de papelão. Farinha de trigo, gelatina em pó com cores fortes, amido de milho, corante comestível (anilina) e natural, feitos com frutas e geleias, para preparar tintas e massas (para cada xícara de água morna, acrescente uma de amido de milho e um pacote de gelatina. É possível variar a densidade da meleca acrescentando mais água ou mais farinha. Para mudar as cores, acrescente o corante. 

Flexibilização
Para alunos com deficiência física 
Para trabalhar com bebês com deficiência física nos membros superiores, envolva os rolinhos e os pincéis em espuma. Isso vai ajudar os pequenos a ter mais firmeza na hora de fazer as primeiras pinturas. Você pode fixar papeis em pranchetas inclinadas e colocar em frente ao bebê ou fazer com que a criança crie suas próprias estratégias para pintar nos papeis fixados no chão. Estimule que ela pinte com os pés junto dos colegas e deixe as tintas em lugares acessíveis e próximos da criança com deficiência. Os outros bebês também ajudam a criança a segurar alguns objetos ou alcançar os potes de tinta. 

Desenvolvimento 
1ª etapa
As experimentações com as tintas podem ocorrer na sala, em uma oficina de artes ou em espaços externos. Monte o local deixando à mão tudo o que será necessário para o andamento da proposta, pois assim você pode ficar mais atento às crianças e suas explorações. Forre o piso (se estiver num espaço de uso coletivo ou sala) e ofereça papéis no chão, na mesinha ou na parede para que deixem marcas. Coloque o material ao alcance de todos e deixe as crianças de fraldas ou roupas que possam sujar. Planeje também como será a arrumação ao fim da atividade: onde serão colocadas as produções? Quem ajudará na limpeza e no atendimento às crianças? Quem documentará a atividade? Planeje como mostrar os primeiros resultados da atividade, incluindo as fotos, às famílias. Assim, todos poderão participar, mesmo que indiretamente. 

2ª etapa
Apresente os materiais aos bebês. É importante que eles diferenciem os momentos de trabalho daqueles de alimentação. Por isso, não os incentive a comer durante as atividades, mesmo que os materiais sejam comestíveis. Mostre o que poderão fazer com as tintas. Inicie utilizando apenas água e depois amplie para misturas e melecas, como massas de amido ou farinha com corantes ou gelatinas. Ao acrescentar uma cor forte, pergunte: "Estão vendo como a cor mudou?" Para os mais crescidos, é possível introduzir terra, areia, folhas e sementes. Se fizer uma tinta de gelatina, por exemplo, deixe que cheirem, toquem e brinquem. É importante que eles se familiarizem com os materiais de apoio antes de a atividade começar - uma bacia pode ser tão interessante quanto seu conteúdo. O foco da atividade, porém, deve ser exploração de texturas. 

3ª etapa
Convide o grupo a explorar as propriedades e possibilidades dos materiais. É possível organizar, por exemplo, uma atividade para explorar texturas de determinado material ou então uma para que os pequenos utilizem mais um tipo de instrumento, como o pincel, a brochinha e o rolinho de pintor. Nesse momento, diga: "Veja como com o rolinho você pinta uma área maior. Com o pincel, só dá para fazer um risco". Vale testar também as diferenças entre pintar com as mãos, que dá mais controle, ou com os pés, com pincéis e rolinhos, que tendem a ser mais difíceis de controlar.